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escassez de produtos básicos preocupa autoridades do país

A escassez de produtos básicos em supermercados chineses está preocupando as autoridades do país. Isso porque, em razão das medidas restritivas impostas para conter um novo surto de covid-19 em Xangai, as cadeias de produção foram parcialmente interrompidas.

Em Pequim, onde bairros residenciais foram fechados nas últimas semanas, as gôndolas dos supermercados estão sem papel higiênico, alimentos enlatados, macarrão instantâneo e arroz. A cidade verificou um aumento no número de casos da doença no mês passado, e as autoridades locais informaram nesta terça-feira, 12, que registraram 31 infecções nas primeiras horas do dia.

À medida que o novo surto da variante Ômicron se espalha pelo país, os chineses se aglomeram em supermercados para estocar produtos básicos. Os habitantes de Pequim têm receio de que o bloqueio imposto a Xangai também seja estabelecido na capital.

As medidas restritivas adotadas pelo Partido Comunista da China (PCC) levaram não apenas ao racionamento de alimentos em Xangai, como também a uma onda de manifestações populares. Na segunda-feira 11, as autoridades locais informaram que a cidade registrou 23 mil infecções em 24 horas.

Na plataforma chinesa Weibo, semelhante ao Twitter, os usuários divulgaram listas de itens fundamentais para estocar, incluindo carne congelada, atum enlatado, pasta de dente e ração para animais de estimação. Outros internautas compartilharam conselhos sobre como plantar vegetais em casa e congelar tofu, de modo a mantê-lo fresco por mais tempo.

Leia também: “A China pode unir ou contagiar o Ocidente”, artigo de Adriano Gianturco publicado na Edição 95 da Revista Oeste

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