Bem Estar

Estudo relaciona falta de vitamina C com doenças do cérebro

Na Austrália, pesquisadores do laboratório da Universidade de Flinders indicaram que a falta de uma substância contida nos alimentos ricos em vitamina C estão relacionados em grande parte dos casos estudados em uma pesquisa. Há indícios que pessoas idosas sofrem mais com a falta do nutriente. Ainda segundo os especialistas , o baixo desenvolvimento cognitivo em pacientes mais velhos está sim relacionado ao déficit de vitamina C.


A laranja é a fruta mais popular no consumo de vitamina C. (Foto: Reprodução/iStock)


A vitamina C tem inúmeros benefícios, entre eles estão o reforço da imunidade, eliminação de radicais livres, controla fatores da obesidade, previne a doenças como anemia, câncer, neuropaticas comuns, hipertensão e ainda é um generoso antioxidante combate ao estresse e o envelhecimento da pele, cabelo e cunhas sendo o último considerado  benefício queridinho e muito difundido nos informativos de saúde e estética.

Pesquisas anteriores mostraram que a vitamina C desempenha um papel significativo no funcionamento do cérebro, com estudos revelando que a deficiência de vitamina C pode estar associada ao comprometimento cognitivo, depressão e confusão mental”,  afirma Yogesh Sharma, professor da Universidade de Flinders.

Sabe-se que a vitamina C não é produzida naturalmente pelo corpo humano, tendo a necessidade de ser  consumida por meio de alimentos ricos em nutrientes. A recomendação de consumo está perto da quantidade  de 90 miligramas para uma pessoa em fase adulta , por dia. Em diversas regiões do Brasil é muito fácil encontrar alimentos  ricos em vitamina C como: laranja, acerola, brócolis, goiaba e manga. As frutas são as mais populares, mas como pode-se observar alguns legumes também carregam uma rica quantidade do nutriente.

Com tantos benefícios, fica difícil não sair correndo atrás de um alimento  rico em vitamina C. Sem contar que ela é essencial para o corpo humano e ainda evita o aparencimento deficiências cerebrais, conforme publicou o estudo citado pela Univerdidade de Flinders e a equipe do professor Yogesh Sharma.

 

Foto Destaque: Cérebro de uma pessoa idosa. Reprodução: NickyLloyd/Thinkstock/Getty Images



Fonte: R7.com

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